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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Por Nina Lavezzo de Carvalho


"É uma coisa muito recorrente, mas geralmente você não sabe que você está num relacionamento abusivo. Uma parte de você sabe, mas você meio que não sabe ao mesmo tempo." (JOUTJOUT PRAZER, 2015). Começo esse texto citando a famosa diva dos vlogs atuais, JoutJout Prazer, e  vou fazer o mesmo adendo que ela faz em seu vídeo NÃO TIRA O BATOM VERMELHO (do qual retirei a citação acima): um relacionamento abusivo não necessariamente acontece entre homens e mulheres, pode acontecer entre casais homo e em outros tipos de relacionamento que envolvam mais que duas pessoas. Além disso, um relacionamento abusivo também não necessariamente é uma situação de opressão do homem sobre a mulher. Porém, vamos focar aqui nos casais hétero com relacionamentos abusivos em que o homem é violento, no sentido amplo, para com a mulher. O motivo para isso é simples: se "Em todo mundo, pelo menos uma em cada três mulheres já foi espancada, coagida ao sexo ou sofreu alguma outra forma de abuso durante a vida. O agressor é, geralmente, um" homem, "membro de sua própria família" (DAY, TELLES, ZORATTO, AZAMBUJA, MACHADO, SILVEIRA, DEBIAGGI, REIS, CARDOSO & BLANK, 2003), precisamos falar sobre relacionamentos abusivos.

NÃO TIRA O BATOM VERMELHO! de JoutJout

Baseada no texto de Shanana Rasool, minha intenção é falar um pouco sobre o que envolvem os relacionamentos abusivos e, principalmente, responder à pergunta: por que tantas mulheres têm dificuldade de sair desse tipo de relacionamento? Você provavelmente já sabe alguns motivos, principalmente se já passou por essa situação (como a maioria de nós, minas), mas aí estão mais alguns para entendermos como o machismo trabalha até mesmo nos nossos relacionamentos íntimos.
sábado, 17 de outubro de 2015

Texto de Nina Lavezzo de Carvalho.


!!!SPOILER ALERT!!!!
[Esse texto é um review - sob a perspectiva feminista - do filme Gone Girl (Garota Exemplar, em português), de David Fincher, adaptação do best-seller de Gillian Flynn, publicado em 2012. Então, migx, se você não assistiu ou leu o livro, tá na hora hein? Baixe, alugue, procure na TV, enfim, assista e depois leia o texto!]

Quem acompanha o Inclusive já está sabendo da coluna literária da Bruna, que começou mês passado e está maravilhosa [aqui e aqui]! Bem, essa inspiração foi o bastante para que eu quisesse escrever sobre cinema também. Talvez não de forma tão regular quanto uma coluna, mas, depois desse final de semana, não restaram dúvidas. O que houve no final de semana?! Bem, finalmente assisti Garota Exemplar. E, acreditem, é um soco no estômago.


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