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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Por Nina Lavezzo de Carvalho

 

 Pense em sexo. Pense em literatura. Tente ligar os dois em um único conceito. Got it! Kama Sutra. Acertou? Bem, não tinha muito como errar...
Instalação "Unity", pelo coreano Bohyun Yoon, formando posições do Kama Sutra com as sombras na parede [mais aqui].
sábado, 11 de abril de 2015

Por Rafael Libaneo

Todos os dias, vários gays sofrem de diversos tipos de agressão, sendo a mais comum a verbal.

Segundo o Grupo Gay da Bahia, o Brasil lidera o ranking mundial de ataques homofóbicos e, no ano de 2014, estimava-se que a cada 28 horas, um individuo homossexual é agredido. 

Hoje, quarta-feira, é um dia bem conhecido dos brasileiros: o dia do futebol. Paixão nacional e palco de muita rivalidade. Mas infelizmente palco de muito preconceito e machismo. Estamos cansados (na verdade não) de tratar desses assuntos no blog, mas é pertinente e acho que toda e qualquer discussão para a desconstrução desses “valores”, é válida. 

Chamar alguém de viado e mulher são os principais xingamentos do futebol, mas não so no futebol, e sim de todos os dias. 

Mas por que?
terça-feira, 17 de março de 2015

Texto de Nina Lavezzo de Carvalho

Sempre me pareceu normal contabilizar sexo. Talvez por influência dos filmes ou da realidade social, a ideia de ser "mais maneiro" porque "traçou uma mina" me parecia ser vencida por mim quando eu mesma compartilhava o número de vezes que eu, mulher, havia "traçado" um cara. Orgulho pessoal por achar sexo algo natural e bom ou influência da cultura hegemônica ou ambos, seja como for, fato é que o número de camisinhas gastas me parecia um modo sensato de contar quantas vezes as pessoas faziam sexo. Até o momento peculiar, breve, mas importantíssimo, em que minha amiga perguntou "por que vocês contam as vezes que vocês transam pelo número de vezes que o cara goza? Não é como se ejacular fosse mais importante que termos um orgasmo, então por que vocês fazem isso?". Por quê? E por que eu não era a única a fazer isso? Por que a grande maioria das pessoas que contabilizam esse tipo de coisa o fazem em função da ejaculação? E mais importante ainda: por que eu nunca tinha sequer pensado sobre aquilo até aquele exato momento? Depois daquela pergunta, minha percepção sobre sexo e sexualidade nunca mais foi a mesma e é exatamente por isso que decidi começar esse texto por ela, questionando vocês, caso nunca tenham pensado nisso antes. Depois daquela pergunta que mudou minha vida, a minha percepção sobre sexo e sexualidade nunca foi a mesma. E é aqui, questionando vocês, caso nunca tenham pensado nisso antes, que começo a nossa pequena discussão sobre o orgasmo feminino, sua construção social e os tabus que o envolvem.



segunda-feira, 16 de março de 2015
Texto de Helena Siqueira


Com o feminismo começando a adquirir um espaço na minha vida, eu confesso que tenho amado os diálogos e experiências cotidianas sob a ótica dos meus aprendizados recentes no que diz respeito a esse movimento, que antes nada mais seriam do que simples conversas, simples experiências e também as simples agressões machistas e diárias que antes eu não teria senso crítico para notar. 
Mas com esses novos aprendizados surgem também grandes dúvidas acerca de como lidar com as problemáticas do que é ser mulher, e a partir desse breve relato tentarei explicar qual a razão por trás do tema de hoje.

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