sábado, 25 de abril de 2015
Texto de Helena Siqueira.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Por Bruna Corrêa
Já ouvi muitas
vezes de amigos, enquanto conversávamos sobre sexo, o termo “ninfomaníaca”: “Ah,
tal menina gosta muito de sexo, nossas transas são incansáveis, ela é
ninfomaníaca”. A questão é: será que só porque a garota curte sentir prazer,
isso a torna consequentemente portadora de uma doença mental?
É engraçado
que não escutemos esse tipo de comentário direcionado aos homens - se o cara
curte fazer sexo, é só porque ele está cumprindo seu papel de macho alfa. No
entanto, em nossa sociedade, ainda é incomum a ideia de que as mulheres possam
ter um alto apetite sexual; se a menina aproveita o sexo e inclusive pede mais,
é porque ela é uma safada e algo de errado está acontecendo. Embora isso esteja
deixando de acontecer entre os casais com um relacionamento sério, certamente a
mulher que tem relações sexuais com mais de uma pessoa (e relações vorazes) é
taxada de “puta”. E não é só chamada assim por homens, mas principalmente por
mulheres; esse tipo de situação acontece em todos os lugares, não só nos
conservadores. Quantas vezes eu já ouvi uma menina sendo chamada de “vadia”
porque pegava vários caras, enquanto os homens que tem esse tipo de
comportamento se tornam mais desejados? “Todo mundo adora um bom cafajeste” –
essa frase é muito famosa e já ouvi várias de minhas amigas a pronunciando.
Certa vez
fiquei com um garoto, e uma amiga minha que o conhecia me alertou depois que
ele era homofóbico e tinha nojo de meninas que tinham transado com mais de um
cara. Ela o citou “Não pego na mão desse tipo de vagabunda, tenho nojo de vadia”
– e sim, “vadia” na opinião dele era quem teve relação com mais de uma pessoa,
não importa a situação. Eu fiquei completamente enojada e pensei que era
mentira, já que não podia imaginar que alguém pensasse aquilo - no entanto, estava enganada. Se já
é complicado para uma menina com apetites sexuais “normais” viver tranquilamente
nessa sociedade, sem ter preocupações quanto à sua “reputação”, a situação
complica de maneira escandalosa se ela possui um vício sexual.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Essa linda é uma ativista dinamarquesa chamada Emma Holten que após ter fotos nuas divulgadas pelo seu ex-namorado decidiu fazer um lindo ensaio e essa é uma das fotos, link no final.
Passar pelo feed de notícias do Facebook geralmente é o meu castigo quando não tenho nada pra fazer (ou tenho, mas não quero fazer) e estou completamente entediada, sem um livro bom, um filme que não seja o repetido ou sem dinheiro pra sair e ver gente.
Maaaaaaaaas... Na semana passada em um desses momentos, fui surpreendida com um clipe que eu só assisti pela polêmica que estava gerando.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Artur, em tapeçaria do séxulo XIV
A minha maior paixão na vida
é ler. E dos livros, dois gêneros são meus favoritos: o épico, e o de fantasia.
Quando me deparei com a lenda do Rei Artur, portanto, fiquei obcecada. A gama
de teorias, livros, e conhecimentos que essa lenda traz é absurda; e eu,
particularmente, já li boa parte das coisas que existem sobre o assunto. Sou
apaixonada pela cultura celta – como ela é antiga e nova, moderna e
conservadora, tudo ao mesmo tempo. Sou apaixonada pelos personagens e pelos
dramas, pelo período histórico em que se desenrolou e como se reflete hoje
tanto no entretenimento quanto nas religiões neo-celtas.
Guinevere ordenando Lancelote, por Edward Blair Leighton
A versão corriqueira do mito
de Artur nada traz sobre questões de gênero. Filmes como “A espada era a lei”
(1963), “Camelot” (1967) e “Monty Phyton – Em busca do Cálice Sagrado” mostram
o lado heroico da história: cavaleiros, espadas, amores proibidos. A maioria
dos filmes, aliás, focam exclusivamente no triângulo amoroso entre Artur,
Guinevere e Lancelote. Não tiro o mérito de nenhuma dessas produções, pois ajudaram
na sobrevivência da lenda – e Monty Phyton é divertidíssimo – mas em uma coisa elas
pecam: o período histórico. Se a data é mencionada, não faz diferença: toda a
caracterização é da Idade Média.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Texto de Nina Lavezzo de Carvalho
Cataratas de sangue jogando líquido vermelho para todos os lados: parece um filme do Tarantino, mas, queridxs leitorxs, poderia muito bem ser a descrição do imaginário de muita gente acerca do que é a menstruação. Isso mesmo, meninas, aqueles 5 ou 7 dias do mês em que sangramos para que os resíduos de um ciclo natural possam ser descartados e, a seguir, restituídos para o bem da nossa fertilidade -e da continuidade da raça humana, somente-, foram transformados em outra coisa, uma coisa terrível, evitada a quase todo custo, algo nojento sobre o qual não podemos falar e devemos esconder constantemente. Foi transformado em um líquido azul na propaganda do Always, Sempre Livre, O.B., Intimus ou qualquer outra marca de absorvente. Foi transformado também em nojeira e aversão, em sujeira, apesar de ser a limpeza do nosso organismo. Foi transformado em objeto de ódio de inúmeros namorados, maridos e mulheres menstruadas que, por estarem nesse período, se proíbem de prazeres sexuais e mesmo sentimentais. Foi transformado em um período cheio de "não me toques", raiva, irritação, um período de desculpas para que a palavra da mulher não valha pois "ela está de TPM". Se identificou? Já passou por alguma dessas situações? Pois é, eu já também, aliás, por todas elas. E, assim, lhe apresento a nossa vida em sociedade e como lidamos com mais um dos nossos inúmeros tabus: a menstruação.
"Com meu sangue rego meu jardim". Retirada de 10h50.
Marcadores:feminismo,menstruação,tabu,TPM | 3
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segunda-feira, 20 de abril de 2015
Desde que o mundo é mundo, sabemos que algumas coisas são para meninos e outras são para meninas. Algumas roupas são para meninos e outra, para meninas. Mas até que ponto isso influência nossa forma de ver a diversidade no futuro?
Podemos dizer que esses ensinamentos vem da discussão de gênero, ou seja, masculino e feminino. Essa carga de ensinamentos nos é passada a muito tempo, e já esta arraigada no meio o qual estamos inseridos, tornando difícil a fuga desses padrões predefinidos de como se portar, que roupa usar e como usar, o que falar o que não falar.
sábado, 11 de abril de 2015
Texto de Nina Lavezzo de Carvalho
Carnaval com muito samba; a arte do futebol nas veias; lindas mulatas dançando incansavelmente; praias maravilhosas, muito molejo e caipirinha; além de uma população inteira de Macunaímas malandros e ingênuos. A identidade brasileira foi, assim como qualquer nacionalidade, uma construção histórica (Schwarcz, 1993): "insistem em vincular nossa identidade a uma espécie de mestiçagem peculiar, uma mestiçagem que, de racial e detratora, se faz moral e nacional. É essa mesma mestiçagem que se re-significa em 'malandragem'...". Não é a toa que o brasileiro é retratado como bom de lábia, de samba, de conversa e de vadiar. É o bom e velho Zé Carioca. Bem, como diriam os Racionais MC's, "você deve estar pensando o que você tem a ver com isso?" e, mais especificamente, o que a sua e a minha bunda têm a ver com isso? O que faz a bunda brasileira ser A bunda? Por que o é? Como o requebre, o andar ritmado vindo da mestiçagem e a sensual ingenuidade, todos elementos da idealização de identidade brasileira, vêm convergir em uma bela e sensual bunda?
Por Rafael Libaneo
Todos os dias, vários gays sofrem de diversos tipos de agressão, sendo a mais comum a verbal.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, o Brasil lidera o ranking mundial de ataques homofóbicos e, no ano de 2014, estimava-se que a cada 28 horas, um individuo homossexual é agredido.
Hoje, quarta-feira, é um dia bem conhecido dos brasileiros: o dia do futebol. Paixão nacional e palco de muita rivalidade. Mas infelizmente palco de muito preconceito e machismo. Estamos cansados (na verdade não) de tratar desses assuntos no blog, mas é pertinente e acho que toda e qualquer discussão para a desconstrução desses “valores”, é válida.
Todos os dias, vários gays sofrem de diversos tipos de agressão, sendo a mais comum a verbal.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, o Brasil lidera o ranking mundial de ataques homofóbicos e, no ano de 2014, estimava-se que a cada 28 horas, um individuo homossexual é agredido.
Hoje, quarta-feira, é um dia bem conhecido dos brasileiros: o dia do futebol. Paixão nacional e palco de muita rivalidade. Mas infelizmente palco de muito preconceito e machismo. Estamos cansados (na verdade não) de tratar desses assuntos no blog, mas é pertinente e acho que toda e qualquer discussão para a desconstrução desses “valores”, é válida.
Chamar alguém de viado e mulher são os principais xingamentos do futebol, mas não so no futebol, e sim de todos os dias.
Mas por que?
Marcadores:construção social,gays,homofobia,machismo,misoginia,movimento,preconceito,sexo | 0
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sexta-feira, 10 de abril de 2015
Texto de Bruna Corrêa.
Acho que depilação
da virilha, de todos os assuntos relacionados ao corpo, é o mais polêmico. Não
sei se é assim para todas as mulheres, mas desde nova eu aprendi que é um
assunto delicado e que gera bastante controvérsia.
Desde a fundação deste blog eu
quis falar sobre esse tema, mas sempre tive um pé atrás – e vou explicar minhas
razões com três experiências que eu tive. Quando eu tinha mais ou menos 14
anos, a depilação surgiu como assunto entre algumas colegas. Estas, eram “populares”
e sempre saíam, tinham a vida sexualmente ativa – diferentemente de mim. Eu era
uma noob quando se tratava de sexo,
mas obviamente não queria demonstrar, e então fiquei somente escutando. Lembro
perfeitamente quando uma das garotas falou: “Ah, eu depilo a virilha toda, com
cera. Porque né, que nojo, pelo é antinatural”. Sim, “antinatural”. Outra menina
concordou e falou que quem tinha pelo era uma pessoa suja. E eu acreditei
nelas, porque elas eram o único padrão que eu tinha. Uma pequena lição de saúde
antes de prosseguirmos: os pelos pubianos servem como proteção contra microorganismos
que podem causar infecção genital, principalmente em mulheres. (RODRIGUES,
2013) Concluímos com isso que, definitivamente, eles não são “antinaturais”.
Texto de Bruna Corrêa.
Muito se tem falado sobre literatura erótica. Com o boom de “50 tons de cinza”, o mercado editorial obteve vantagem na
nova febre e começou a lançar a maior quantidade de livros sobre o tema possíveis,
com isso levando mais pessoas às livrarias e o assunto, à mídia. A maioria
destes livros lançados foram obras apressadas e cujo conteúdo não fazia
sentido, de teor extremamente apelativo e constituídos por vários volumes
(quanto mais continuações, melhor: os consumidores de literatura fraca
continuavam comprando, afinal, “precisavam saber o final”).
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Texto de Helena Siqueira
Se tem uma coisa que eu ainda não consegui desenvolver na minha vida foi um tal "senso de organização", aquilo de conseguir organizar o seu tempo, seus estudos, o guarda roupa e a playlist musical sabe !? Então, não tenho.
Fonte: Google Imagens
Se tem uma coisa que eu ainda não consegui desenvolver na minha vida foi um tal "senso de organização", aquilo de conseguir organizar o seu tempo, seus estudos, o guarda roupa e a playlist musical sabe !? Então, não tenho.
E se você conhece alguém que ainda diga: "Meninas não fazem tanta bagunça quanto os meninos!", faço questão que essa pessoa tenha a experiência traumatizante de visitar meu quarto ou mesmo só tentar entender minha playlist de músicas do celular, pra perceber que independente da minha genitália/gênero é possível ter bagunça em qualquer lugar que eu esteja.
Dentro dessa bagunça toda se encontra o meu gosto musical indefinido já citado, que me faz conhecer muita coisa boa (existem exceções a essa regra, confesso).
Mas... Hoje estou aqui pra falar de um achado muito especial : As mulheres no mundo da música. Porque isso seria um achado? Te desafio a pensar em pelo menos 10 boas bandas de grande reconhecimento com vocais femininos (talvez você seja uma mente mais evoluída que eu e consiga, enfim... Caso consiga comente aqui pra eu baixar). O que me passou pela cabeça é que talvez eu não escutasse mais bandas femininas por falta de opção do que por não gostar, fui pesquisar por novas bandas e acabei encontrando as Riot Grrrl.
Mas... Hoje estou aqui pra falar de um achado muito especial : As mulheres no mundo da música. Porque isso seria um achado? Te desafio a pensar em pelo menos 10 boas bandas de grande reconhecimento com vocais femininos (talvez você seja uma mente mais evoluída que eu e consiga, enfim... Caso consiga comente aqui pra eu baixar). O que me passou pela cabeça é que talvez eu não escutasse mais bandas femininas por falta de opção do que por não gostar, fui pesquisar por novas bandas e acabei encontrando as Riot Grrrl.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Texto de Maria Carolinna Camilo
Gosto muito de fotografia, e
por isso busco sempre por trabalhos de fotógrafos aleatórios pela internet.
Essa semana eu vi dois casos muito interessantes (e contrários) que me fizeram
refletir muito.
O primeiro trabalho foi danorte-americana Kate Parker, que criou um ensaio com suas filhas para quebrar
os estereótipos de gênero presentes nas sociedades (meninas princesinhas) e
tentou capturar a verdadeira essência da infância.
Achei muito legal a proposta
porque ela não impõe a feminilidade às crianças, ela dá liberdade para as
meninas se sentirem crianças, sem as preocupações de gênero. Na minha percepção
isso deixa uma liberdade para que essas meninas façam suas próprias escolhas de
gênero quando tiverem maturidade para isso, sem uma imposição antecedente. Quando
a Simone de Beauvoir diz sobre o sentimento de ser ou não mulher projetado não
em aspectos biológicos, mas sim na afetividade da mulher e seu sentimento de
pertencimento, pra mim essa mãe deixa as filhas passarem por esse processo
sozinhas, realmente se definindo pelos sentimentos vividos e não imposições :
“O
IMENSO progresso que a psicanálise realizou na psico- fisiologia foi considerar
que nenhum fator intervém na vida psíquica sem ter revestido um sentido humano;
não é o corpo- -objeto descrito pelos cientistas que exige concretamente e sim
o corpo vivido pelo sujeito. A mulher é uma fêmea na medida em que se sente
fêmea. Há dados biológicos essenciais e que não pertencem à situação vivida.
Assim é que a estrutura do ovário nela não se reflete; ao contrário, um órgão
sem grande importância biológica, como o clitóris, nela desempenha um papel de
primeiro plano. Não é a natureza que define a mulher: esta é que se define
retomando a natureza em sua afetividade. “(BEAUVOIR, Simone, 1970)
Eu, particularmente, fui uma criança nada comportada, eu curti a minha
infância, joguei futebol, brinquei de carrinho e subi em muros e árvores como
um menino, e isso não fez de mim menos feminina hoje, a minha sexualidade eu
tive liberdade de escolher, quando eu já tinha capacidade de entender, e nada
me foi importo. Eu nunca consegui entender o porque da diferenciação entre “coisas
de menino” e “coisas de menina”, dentro da minha casa eu não deixava de ser a
menininha da mamãe porque eu praticava atividades consideradas masculinas, mas
na rua eu era chamada de “machinho”. Quando eu batia em um menino na escola a
professora não dizia que era errado violência, ela dizia que este não era um
comportamento esperado para uma menina, isso me deixava extremamente confusa
pensando “então os meninos podem bater e as meninas não?”. Eu tinha muitas coleguinhas
que as mães delas não deixavam elas correrem e brincarem de coisas consideradas
masculinas. A minha mãe me criou assim porque a minha avó não fez o mesmo por
ela, a minha avó queria que a minha mãe fosse sua “bonequinha”, comportada em
seus vestidos com naguá e sapatinhos de boneca, mas a minha mãe também era um “machinho”.
Pela minha educação, eu acho muito bacana a iniciativa, porque é a
infância representada pela infância, sem a diferenciação de gênero (que é o
mais comum), principalmente nos dias de hoje que se pode cada vez mais questionar
a questão de gêneros. Esses dias eu li que o número de crianças com menos de 10
anos que foram encaminhadas para o serviço britânico de saúde devido a
problemas de identidade de gênero quadruplicou nos últimos 6 anos, ou seja,
existe um problema sério sobre o assunto.
Por outro lado, na mesma semana, eu vi o trabalho da fotógrafa belgaMarilène Coolense que sensualiza sua filha muito cedo, Nos comentários ela foi
veementemente criticada por pessoas dizendo ser seu trabalho um “portfólio pedófilo”.
Entretanto este é um problema profundamente comum e fácil de se encontrar. Um
exemplo de caso recente é a polemica da “blogueira fitness infantil”, no qual
uma menina de 9 anos mostra sua rotina de exercícios na academia e dieta
balanceada (ela é filha de um personal) em fotos no instagram, o instagram por
sua vez bloqueou a conta da menina por questão de denuncias.
Esses casos mostram claramente que cada vez mais cedo as meninas estão
perdendo a infância e sendo sexualizadas, se tornou “normal” uma criança se
preocupar com padrões estéticos de beleza, a hiper-sexualização da mídia vêem
atingindo não mais apenas mulheres adolescentes/adultas, mas também as
crianças. As “novinhas” aparecem em músicas sertanejas e muitas são famosas na
internet (de 13 a 15 anos).
_____________________________________________________
BIBLIOGRAFIA
BEAUVOIR, Simone – O Segundo Sexo – Volume II – Fatos e Mitos, 1970.
Marcadores:abuso sexual,feminismo,infância,meninas | 1 comentários
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